dezembro 10, 2012

RECIFE - PE 'Rei faz apresentações do jeito que os súditos gostam'



Roberto Carlos há muito tempo não recebia tantos fãs no camarim, como aconteceu depois do show de estreia da minitemporada no Chevrolet Hall (de sexta 07/12). Antes do show, fãs de carteirinha, como as aposentadas Naíse Canuto e Vitória Muniz, ou o Eronildes Mergulhão, que estiveram no camarim, nutriam esperanças de serem recebido pelo ídolo. Mas se diziam satisfeitas apenas em ver o ídolo cantar ao vivo.

Cerca de 30 fãs tiveram acesso ao cantor. Eronildes Mergulhão presenteou o cantor com uma foto emoldurada de sua mãe, a Lady Laura.  Roberto Carlos e recebeu e beijou a foto. Momentos antes, ele cantou Lady Laura, a canção em homenagem à mãe comentando que antes a cantava com alegria, agora o fazia com saudades (ela faleceu em 2010).

Prometido para as 21h, o show começou depois das 23h. Até lá, a música de Bee Gees ou Andrea Bocelli no telões. A paciente plateia era formada em sua maioria por pessoas que acompanham a carreira do cantor desde os anos 60. Alguns fãs usam trajes e corte de cabelos iguais ao de RC. A cuba libre (rum com Coca-Cola), substituída por refrigerante ou pelo Johnnie Walker (a R$242 o litro rótulo vermelho). A batatinha frita (R$17), o petisco mais presente às mesas.


As amigas Naíse e Vitória, este última numa cadeira de rodas, estão próximas do palco, com banners estendidos na grande que as separa da ala premium da plateia. Os banners estampam fotos delas ao lado do ídolo, no museu dedicado a ele na cidade natal Cachoeiro do Itapemirim (ES). Em todos, as frases tem trocadilhos com o nome do sucesso do momento do Rei: Esse cara sou eu.
A orquestra, regida pelo maestro Eduardo Lages começa a tocar Como é grande o meu amor por você, cantada pelo trio de backing vocals, que trabalha há décadas com RC. A introdução de Emoções avisam que elas agora vão começar para valer. A voz em off anunciando o cantor, lembra os shows de Elvis Presley em sua fase Las Vegas. A plateia, de pessoas bem-vestidas, políticos, socialites, também lembra.
E o cara surge no palco, sorridente, vestindo branco. Segue um roteiro mais ou menos igual ao dos shows desta turnê, iniciada dia 18 de novembro em São Paulo. Depois de Emoções, vem Te amo, te amo, te amo. A turnê poderia ter sido intitulada Esse cara sou eu, a música mais esperada. “Fiz essa canção para falar do cara que toda mulher gostaria de ter, e que todos os homens gostariam de ser. O cara que eu tento ser”, explica RC. A plateia vai às nuvens, com o maior sucesso radiofônico do Rei em pelo menos uma década. Ainda está em estado de êxtase quando entra no embalo de Furdûncio, o funk de baixos teores, feito para novela global. Muitos levantam e dançam. Ele sabe extamente o que o seu público deseja. Nada de lado B. Mulher pequena, Cama e mesa, Alem do horizonte, Como é grande o meu amor por você. Quase todas vem dos discos que gravou até o começo dos aos 80. O show é dividido, em blocos. Um deles, é o pot-pourri Jovem Guarda, no qual faz a plateia voltar às velhas tardes de domingo. Neste bloco ele até altera as faixas. Desta vez cantou Namoradinha de um amigo meu, e Quando. Mas alguns clássicos e o show anuncia seu fim, quando ele canta a primeira das várias canções religiosas que gravou. Jesus Cristo, a mais bem-sucedida. É a apoteose. Ele esbanja charme, aproxima-se do palco, e inicia o ritual de cada fim de show: a distribuição de rosas entre os fãs, que se aproximam do palco, os mais sortudos ainda lhe apertam a mão. O show já terminou, a plateia vai voltar á realidade.
Fonte:Informações http://jconline.ne10.uol.com.br

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